Heroes
Com o feriado sendo quinta-feira, providencialmente comprei uns cds para gravar o primeiro capitulo da terceira temporada de Lost e outros de outras series que gosto. Ate que um colega de trabalho me disse: Voce ja viu Heroes?
Gravei os dois primeiros episodios, e fiquei ate as 3 da manha assistindo. Com uma galera boa e de certa forma conhecida (com Adrian Pasdar de Desperate Hosewives, Greg Grunberg de Alias, Milo Ventimiglia de Gilmore Girls e Ali Larter de Premonicao I e II), este seriado conta como e' a vida de 7 pessoas comuns que descobrem que tem superpoderes.
O que faz desta serie interessante, entretanto, e' que os "super-herois" nao descobrem seus poderes, vestem uniformes e saem para salvar o mundo. Eles vao descobrindo as coisas aos poucos, bem no estilo do filme "Unbreakable", de M. Night Shamalaya.
Caso voce goste do seriado, recomendo ler Supreme Power
O seriado e' da NBC, e pode ser encontrado na internet facilmente. Recomendo!
outubro 12, 2006 in TV, DVD e Cinema | Permalink | Comments (1)
Star Wars Trilogy... re-re-lançado!
O sapo barbudo fez de novo. Como ele não perde a chance de ganhar um trocado, George Lucas lanca no dia 6 de dezembro, através da distribuidora Fox Home Entertainment a trilogia original em um set de 3 discos. Saindo por $49,99, a coleção terá nova arte, alguns extras e muitos easter-eggs (segredos descobertos ao clicar sequencias especiais no controle do DVD).
As versões incluidas no lançamento são as do relançamento de 1997, mas ainda não se sabe se os filmes conterão as revisões feitas naquela época ou se serão as mudanças mais as alterações para o lancamento de 2004. Os discos virão em uma caixa de papelão e serão diferenciados por widescreen ou tela-cheia.
Enfim, GL vai ganhar tudo que puder sempre. E os fãs, como de costume, vão acabar comprando...
setembro 29, 2005 in TV, DVD e Cinema | Permalink | Comments (0)
Japaninvasion já rola a muuuito tempo...
Falta só "Lion Man" que, para os esquecidos, narrava as peripécias de um samurai que se transformava em leão felpudo e combatia o mal com sua katana, usando um jato nas costas para facilitar seu trabalho. O problema é que tudo se passa no Japão feudal, entonces... Seu inimigo era o Senhor Mantor do Diabo, um muro falante. Mas o melhor era Tiger Joe, seu amigo que usava um tapa-olho encourando seu rosto rajado. Vai entender. Mais info: criada por Ushio Shoji para a Tv Asahi, a série circulou no Japão de 14 de abril de 1973 a 29 de setembro de 1973. No Brasil sua estréia aconteceu no fim de 1989, mesmo ano de Jiraya. Texto escrito por Alexandre "Sideburn"
Sexta-feira começa uma bela mostra de seriados japoneses no auditório da Cândido Mendes. Pérolas do trash nipônico vão desfilar na tela. Jiraya, Jaspion, Esquadrão Relâmpago Changeman e outros quitutes que engordaram a geração de espectadores da Manchete nos anos 80.
setembro 21, 2005 in TV, DVD e Cinema | Permalink | Comments (0)
O Pijama de Obi-Wan Kenobi
A long time ago, in a fancy dress store not so far away By Jack Malvern, Arts Reporter It is the Holy Grail of sci-fi memorabilia, estimated to be worth tens of thousands of pounds, but the cloak worn by Sir Alec Guinness in his role as Ben Obi-Wan Kenobi was until recently being hired out as a fancy dress costume. The robe, which has been "missing" for 28 years, is to go on display in an exhibition of film costumes at Harrods. Sir Alec wore the cloak for the first of George Lucas’s Star Wars series in 1977 when it was filmed in Elstree and Shepperton studios, and returned it to the costume makers after the film was finished. At the time no one could have guessed that Star Wars would become one of the highest-grossing films ever, eventually earning $798 million (£433 million) in box office receipts alone. But by then the hooded cloak was stored among hundreds of thousands of costumes owned by Angels, formerly known as Angels and Bermans, in its warehouse in Hendon, North London. The cloak was added to the company’s fancy dress stock and moved to Angels Fancy Dress shop, on Shaftesbury Avenue. It also returned to film sets when required and was worn by an extra in The Mummy, and was probably used in The Name of the Rose, starring Sir Sean Connery. Tim and Emma Angel, the father and daughter team who run the company, were astonished when they rediscovered the robe during a clearout. Mr Angel said: "One of the guys found a brown robe. One of my managers said: ‘Oh my God, that is Alec Guinness’s cloak’." John Mollo, a costume designer from the film, confirmed that it was the real thing. Mr Angel said that it was almost lost among the six miles of costumes stored in Hendon. "It was a fluke that we found it. When you look at this very old brown fabric you wouldn’t think much of it, but when you see Guinness wearing it you realise it is iconic." John Baddeley, from Bonhams, the auctioneers, said that he would estimate the cloak’s value to be £15,000, but suggested it could fetch £25,000. He said: "Star Wars memorabilia is especially sought after because most of it has been retained by Lucasfilm." It is one of hundreds of famous costumes hidden away: Richard Burton’s slippers from the 1963 version of Cleopatra and Peter Sellers’ hat from the Pink Panther films are among them. The firm also hires famous costumes out as fancy dress. Kevin Costner’s costumes for Robin Hood, Prince of Thieves, are available, as is David Jason’s Batman costume from Only Fools and Horses.
setembro 7, 2005 in TV, DVD e Cinema | Permalink | Comments (1)
A Vingança dos Sith
Foi melhor que eu esperava. George Lucas pode não ser um grande diretor (o melhor filme da série, a meu ver O Império Contra-ataca, não foi dirigido por ele mas sim por Irvin Kershner) mas é um excelente contador de histórias. Desde a espetacular cena de abertura aos créditos finais, a platéia é bombardeada por cenas estonteantes, entrelaçadas por dialogos que, embora brilhantes, amarrem quase todas as pontas.
O elenco está muito bem, com destaque para Ewan Kenobi, err, McGregor, e Frank Oz. Frank Oz? Sim, o cara que faz nosso pequeno amigo verde, Yoda. Tudo bem que Yoda é CG, mas a voz dada ao diminuto mestre jedi dá a tônica e o transforma em um personagem brilhante. Se Hayden Christensen fosse um pouco melhor, seu Anakin passaria mais emoção, e a angustia de se transformar no maior vilão da galáxia seria retratada de forma mais passional. Mas tudo bem, é com a boca fechada que ele faz o que faz melhor - usar seu sabre-de-luz para ajudar Palpatine (interpretado pelo ótimo Ian McDiarmid) a criar o famigerado império intergalático.
Nesse filme tem tudo. Batalhas espaciais, batalhas planetárias, combates em massa, lutas e mais lutas com sabres-de-luz e o tão esperado duelo entre Obi-Wan e Anakin. A coreografia é muito boa e realmente dá pra sentir o ódio de Anakin ao combater seu ex-mestre.
É dificil escrever sobre um filme sem contar "spoilers", portanto fico por aqui. Se você é fã como eu, veja e reveja (já ví duas vezes). Se está começando a gostar, acabou de ganhar um presentão, pois o filme é muito bom, e com certeza irá lhe converter para ser mais um fanático pelo universo Star Wars. E não fique triste se ouvir que Lucas não mais filmará nada... existe o Universo Expandido, os bonecos, o desenho Guerras Clônicas ... enfim, quem depende de George Lucas? : )
Como não resistí, ai vai uma perguntinha: Quem é Cody, e de onde GL tirou o nome?
maio 21, 2005 in TV, DVD e Cinema | Permalink | Comments (0)
Falta pouco!
Faltam três dias para o grande dia. Eu esperava estar colocando uma matéria a cada três dias sobre Star Wars, mas garantir o leitinho das crianças foi mais importante e não deu para me dedicar tanto ao blog como esperava. Este fica sendo assim, o último post de Star Wars até o lançamento de “Revenge of the Sith”. Prometo escrever assim que chegar do cinema, na madrugada de quinta-feira, para que vocês possam ler em primeira mão minha crítica do que promete ser o melhor filme de toda a série.
Engraçado, eu achava que haveria mais “hype” em cima do episódio 3. Me lembro que quando vi trailers do Ep.I e Ep.II fiquei aceso procurando na internet tudo que poderia encontrar sobre os filmes... entretanto, o novo filme foi tão massificado na web, é possível encontrar tanta coisa relativa ao filme, que este não traz tanta surpresa. Já vi centenas de fotos, li o screenplay (ou o que afirmam ser O screenplay), assisti aos diversos documentários (dizendo inclusive que só agora fizeram o capacete do Darth Vader ser simétrico...ele era assimétrico?), vi e comprei os brinquedos e joguei o jogo (que por sinal é excelente – Strong is the power of the Dark Side!!!).
Deixa eu me retratar – é claro que traz surpresas. Ninguém viu a cena da batalha em Utapau por completo, ninguém viu Anakin caindo na lava, ninguém viu a chegada triunfal de Chewbacca ou a cena em que Amidala morre e Ben Kenobi separa os gêmeos... mas que todo fã conhece a história conhece. O fator-surpresa é o que me leva a ver esse filme logo nos primeiros minutos de quinta-feira, para saber realmente como as coisas acontecem, para ver com esses olhos que a terra há de comer (ou que, como quero, sejam dissecados e suas partes úteis transplantados para alguém) se o filme é realmente aquilo que todos estão dizendo – o melhor de todos.
E o que vai ser de mim depois do Episódio III? Com certeza vai ficar um vazio, como ficou quando terminei de ver “O Retorno do Rei” (que será devidamente preenchido com o DVD e tudo que puder comprar de memorabilia). Filmes assim fazem isso com você. A expectativa, a ansiedade de conhecer a história te trazem para dentro do mito e te faz ser parte daquilo que conta. Todo fã de Star Wars com certeza daria tudo para participar do que George Lucas criou. Eu, por exemplo, mando meu currículo para as empresas de Jorg Sacul sempre que abre vaga. Acho que todos temos o sonho de trabalhar com o que amamos, e se isso fosse Star Wars seria um sonho tornado realidade, e ainda assim um sonho a cada dia.
Concluo que é isso que nos vai levar ao cinema na madrugada de quinta, ou o mais rápido possível: viver o sonho. Vivam os seus, e que a força esteja com vocês!
maio 15, 2005 in TV, DVD e Cinema | Permalink | Comments (1)
Um ser agraciado...
O gordo barbudo já viu o Episódio III!!! Leiam a seguir, na íntegra, a resenha de Kevin Smith para Ep. III, Revenge of the Sith (consegui este texto numa excelente lista que assino, da galera do Conselho Jedi do Rio de Janeiro) "Revenge of the Sith" is, quite simply, fucking awesome. This is the "Star Wars" prequel the haters have been bitching for since "Menace" came out, and if they don't cop to that when they finally see it, they're lying. As dark as "Empire" was, this movie goes a thousand times darker - from the triggering of Order 66 (which has all the Shock Troopers turning on the Jedi Knights they've been fighting beside throughout the Clone Wars and gunning them down), to the jaw-dropping Anakin/Obi Wan fight on Mustafar (where - after cutting his legs and arm off, Ben leaves Skywalker burning alive on the shores of a lava river, with Anakin spitting venomous sentiments at his departing mentor), this flick is so satisfyingly tragic, you'll think you're watching "Othello" or "Hamlet". I saw a gorgeous digitally projected version of the flick, and lemme tell ya': this is a beautiful looking film. The opening space battle sequence is the best in any of the six "Star Wars" movies. Grievous and Kenobi's lightsaber duel is bad-ass, with Grievous rocking four sabers. The Clone Wars end rather early in the flick (about the halfway point), leaving the rest of the film to concentrate on Anakin's turn to the Dark Side, and the resulting slaughter of the Jedi. Perfect example of how dark shit gets: remember the Younglings - the kid Jedis in training from "Clones"? As a result of Order 66, when Anakin invades the Jedi Temple with an army of Clone Troopers, he enters the Council room to find a gaggle of said younglings hiding behind the seats. They see Anakin and emerge, asking "What should we do, Master Anakin?" The query's met with a stone-cold Anakin firing up his lightsaber. The next time you see the kids, Yoda's sifting through their corpses on the floor. Yes, it's just that dark - and rightfully so. This is the birth of Darth Vader we're talking about. The only comic moments in the flick are given to R2D2, and while good, they're all pretty few and far between; the order of the day is dark, dark, dark. Ian McDiarmid and Ewan McGregor steal the show, but Hayden Christensen silences any naysayers who wrote him off as too whiney in "Clones". This is the flick that feels closest to Episodes 4, 5, and 6, because - for the first time since "Return of the Jedi" - there is a clear villain. And for all the shadow-play Palpatine has been upto in the last two flicks, his treachery is about as subtle as John Williams' score in "Sith." Whether he's slowly drawing Anakin toward the Dark Side during an opera/performance art piece with his promise of the Sith's power of life over death, or he's engaged in a balls-to-the-wall lightsaber duel in the Senate with Yoda, his "Little, green friend" (his words, not mine - which I kinda dug, because, interestingly, I think it's the first time anyone's acknowledged that Yoda is green in any of the "Star Wars" flicks), this is the Emperor's movie. The last fifteen minutes dovetail nicely into Episode 4 (or just plain "Star Wars" for you non-geeks), and the movie is full of link-up moments as well. - At flick's end, Threepio and Artoo are given to Captain Antilles (with the caveat that the Protocol's memory be wiped). - The twins, natch, are split up. Leia heads to Alderann with Bail Organa, and Obi Wan hands Luke over to Uncle Owen and Aunt Beru (indeed, the closing shot is Owen holding Luke while looking out over the setting suns of Tatooine - mimicking the shot of the adult Luke doing the same in "Star Wars", complete with callback cue from Williams). - After he succumbs to the Dark Side, Anakin tries to convine Padme that he can overthrow Palpatine, and together, he and Padme can rule the galaxy as husband and wife. - Vader and the Emperor stand beside a younger Grand Moff Tarkin on the bridge of a Star Destroyer, overlooking the earliest construction stage of the Death Star. - Yoda telling Obi Wan that, as he heads to Tatooine to hand over Luke and go into exile, that he should spend his time learning to commune with those who've crossed over to the next stage of life, as Yoda maintains he's been doing with Qui Gon (and Ben will later do with both Luke and Yoda, in "Empire" and "Jedi"). - And, hands-down, the best link-up to "Star Wars" moment that I enjoyed the most: Bail Organa and Yoda stepping into the hallway of the Rebel Blockade Runner that opened "Star Wars". Unlike all the high-tech CGI wizardry of the rest of the prequel Trilogy, this is a low-tech looking set, right out of circa '77, and for some reason, it really captured my imagination. I mean, this is the same exact hallway in which we got our first look at Vader, oh so many years ago, and I appreciated the hell out of Mr. Lucas including it - because it really felt like a nod to the hardcores. Look, this is a movie I was genetically predisposed to love. I remember being eight years old, and reading in "Starlog" that Darth Vader became the half-man/half-machine he was following a duel with Ben Kenobi that climaxed with Vader falling into molten lava. Now, twenty six years later, I finally got to see that long-promised battled - and it lived up to any expectation I still held. I was sad to see the flick end, but happy to know it's not the end of the "Star Wars" universe entirely (I've read stuff about a TV show...). "Sith" doesn't happen; "Sith" rules.
Se existe alguma celebridade que tenho vontade de conhecer essa pessoa é Kevin Smith. Autor de filmes pra mim antológicos, que são exatamente a realidade pra mim e para meus amigos - O Balconista, Barrados no Shopping e Procura-se Amy tiveram um apelo tão forte que achei que alguem tinha filmado coisas da minha vida (os tão divertidos mas não tão biográficos Jay & Silent Bob Strike Back e Dogma são bons mas fora de contexto, Jersey Girl pra mim é uma bosta, nem a LivTyler se salva). Me tornei mais fã após ler o Demolidor escrito pelo alter-ego de Silent Bob, mas as palavras que coloco abaixo superam qualquer coisa.
abril 28, 2005 in TV, DVD e Cinema | Permalink | Comments (0)
Resident Evil: Apocalypse
Quem já viu algum filme de mortos-vivos onde os sobreviventes de uma cidade repentinamente tomada por zumbis e outras criaturas nefastas se refugiam em uma escola, igreja ou hospital? Em que eles atravessam um cemitério, apesar de ter morto-vivo brotando de qualquer lado? Bom, tudo bem que a ideia não émuito original, mas ví um filme assim bem legal ontem: Resident Evil 2: Apocalypse.
A encarnicada película vale por vários motivos: Mila Jovovich (Alice), Sienna Guillory (Jill Valentine), zumbis matando desenfreadamente, armas futuristas matando desenfreadamente e a mistura insana de ação com terror rolando desenfreadamente (que de terror não tem nada, pois não considero gore terror). Me lembrou muito o jogo Resident Evil 2 da Capcom, no qual fui viciado e não conseguia parar de jogar até terminar e mais ainda o clássico filme “Return of the Living Dead” dirigido por Dan O'Bannon (Conhecido como "A Volta dos Mortos Vivos" aqui no Brasil.... quem não se lembra dos zumbis pedindo por “mioooolos”?).
Como disse o filme lembra muito o jogo, e muito mesmo. Pesonagens favoritos como os agentes da S.T.A.R Jill Valentine, Carlos Oliveira e Nicholai aparecem no filme, assim como os monstros Cerebus (os dobermanns zumbificados) e os Lickers (monstros humanoides com línguas gigantes). Alice manda ver e apesar de ser um personagem especial que não aparece nos produtos da Capcom não deixa nada a dever em relação ao grande monstro do filme, a arma biológica Nemesis. A trama é boa e mesmo não sendo um dos clássicos de George Romero, não deixa de ser divertido. A sensação que fica é: “Ainda bem que não moro em Raccoon City”! A contagem de corpos só cresce durante os quase 90 minutos do filme, e a chuvosa cidade americana torna-se um verdadeiro matadouro.
Joguem o jogo, vejam o filme e se divirtam. Resident Evil é um excelente exemplo de meta-diversão, e dá uma certa vontade de sentar o dedo no primeiro zumbi que aparecer!
“Don’t shoot, I’m human!”
abril 15, 2005 in TV, DVD e Cinema | Permalink | Comments (2)
Smallville
Pensei em abrir essa matéria com o clássico "É um pássaro? É um avião..." mas como em Smallville Clark ainda não alçou vôo (Clark não, Kal-El sim) achei melhor guardar a famosa tiradinha para quando ele voar de verdade.
A quarta temporada está a pleno vapor e cada vez melhor. Começou com Kal-El indo buscar um artefato no avião de Lex - em pleno vôo e logo depois introduziu Lois Lane à trama, investigando a morte da prima Chloe. A trama trata da crescente independência de Clark, seus anseios para viver como um adolescente normal que o leva em sua busca por identidade a até entrar no time de futebol americano da escola.
Lana Lang viaja para Paris onde conhece um novo personagem, Jason Teague, que serve basicamente pra colocar pimenta no relacionamento Lana-Clark. E uma misteriosa tatuagem aparece nas suas costas, similar a um dos misteriosos desenhos das cavernas (em determinado capítulo Lana tem seu momento "Charmed", muito legal!)
Outro personagem que tem grandes momentos é Lex Luthor, agora à frente da LuthorCorp, e seu pai Lionel. Lex fez de tudo para colocar Lionel atrás das grades, e agora faz de tudo para mantê-lo lá. Ambos desenvolvem um interesse cada vez maior em Clark, levando Lex para o "lado negro" embora sua amizade por Clark pareça verdadeira e pura. Uma das coisas que acho mais legal nessa série é ver Lex e Clark se relacionarem como amigos e saber que muito em breve se tornarão grandes inimigos, um sendo a antítese do outro.
A série continua trazendo personagens do mundo DC, como o Flash (Bart Allen), Alexander (o Lex Luthor bom da série Crise nas Infinitas Terras), Krypto (o Super-Cão), Kara (o nome da Supergirl, mas em Smallville ela vem de forma um pouco diferente...) e muitos outros...
Ah, e para quem não consegue tirar a música-tema da cabeça, "Save Me" é cantada por Remy Zero e está no disco "The Golden Hum"!
março 17, 2005 in TV, DVD e Cinema | Permalink | Comments (3)