Festival Medieval

Medieval Um grande amigo, hoje minhoca na maça nova-iorquina, teve o prazer de neste fim-de-semana se enfiar numa das loucuras da Grande Maça: O Festival Medieval de NY.

Segue a íntegra da matéria do Amauri, publicada originalmente no blog Big Big Apple:

Domingo de sol, decidi dar uma volta e fui conferir o Cloisters, um museu que fica no extremo norte de Manhattan - falo dele em detalhes no próximo post.

Peguei a linha A do metrô e me mandei. Desembarquei na estação da 190th Street e achei estranho a quantidade de gente que também desembarcou por lá e caminhava em direção ao museu. "Não pode ser tão popular assim", pensei comigo. Na entrada do Fort Tryon Park, onde fica o museu, eis que surge a resposta, numa enorme faixa pendurada: "NYC 2005 Medieval Festival".

Sim, um festival medieval. Dá pra imaginar? Se não dá, eu tento explicar: imagine vários Camelots Lancelots, Frodos, Wiccas, fãs de Heavy Metal, camponeses, jogadores de RPG e outros freaks reunidos. É isso e mais um pouco. Além das barraquinhas vendendo comidas, roupas, brinquedos e qualquer outra coisa que possa ser rotulada como "medieval", existem várias atrações como shows de música, performances teatrais e até lutas entre cavaleiros de armaduras - que eram, de longe, as mais divertidas.

Mas a grande atração mesmo era ficar observando os malucos que passavam fantasiados. E nem era gente trabalhando no festival ou algo do gênero - eram aficcionados pela Idade Média que aproveitavam a oportunidade para demonstrar sua devoção.

É, aqui tem de tudo mesmo. E eu avisei desde o começo.

outubro 4, 2005 in Papo Furado | Permalink | Comments (1)

Rankovsky no Porkovsky

Em comemoração ao aniversário deste escriba, todos leitores estâo convidados para a pagelança de hoje, que se dará no Restaurante no Fim do Universo.

Quem chegar por último paga a conta!

setembro 19, 2005 in Papo Furado | Permalink | Comments (0)

Ode ao Loirinho

A muito tempo não posto nada, principalmente porque estou mudando de emprego, indo para uma das maiores empresas de web design do Rio de Janeiro, a Sirius.

Tenho algumas materias em mente, sobre a nova campanha de D&D que estou jogando, sobre a gravidez de um grande amigo, sobre alguns livros de Forgotten Realms que lí, sobre quadrinhos... vem muito conteúdo legal por ai. Mas até lá, brindo a vocês com a matéria escrita pela minha esposa no site O Eco, sobre nosso gato Loirinho.

Ai vai!

Eu, os Gatos e o Loirinho, por Cristina Matos Delayti.
Adoro bichos. De praticamente todas as espécies. Por isso, assim que pude, comecei a pegar os bichinhos que encontrava abandonados na rua. Isso sempre me deu muita pena. Meus vizinhos, sabendo do meu coração mole, às vezes batiam lá em casa, levando além de filhotes, bichinhos machucados, para que eu ajudasse. Cuidei de vários e consegui um lar para todos eles. Já ajudei até um porco-espinho a fugir da maldade de três adolescentes. Meu irmão mais novo me ajudou nessa.

Mas tenho uma queda especial pelos felinos. A agilidade, a independência e o jeito de olhar sempre me impressionaram. Uma noite, há quase seis anos, quando eu ainda morava no Alto da Boa Vista, ouvi uns miados que vinham de um terreno vazio que ficava ao lado da minha casa. Como já era muito tarde, e não havia iluminação no local, fiquei rezando para que eles agüentassem até de manhã, quando poderia encontrá-los. Já sabia que, naquele bairro, algumas pessoas afogavam filhotinhos ou simplesmente os abandonam à própria sorte.

No dia seguinte, ainda nem tinha amanhecido direito, fui ao terreno procurar de onde vinha o miado. Já estava bem mais fraco e isso me preocupava. Depois de andar um bocado e vasculhar quase tudo, reparei em um saco de lixo, daqueles pretos, que se mexia. Quando o abri, vi quatro filhotinhos lá dentro, todos sujos, claro, e ainda nem tinham os olhinhos abertos. Aqui, aproveito para manifestar minha raiva e indignação com as pessoas que nem ao menos conseguem ser piedosas e deixam filhotes indefesos para morrer de fome, sede ou falta de ar, o que acontecer primeiro. Isso é desumano e não tem justificativa.

Voltando aos filhotes, levei os quatro correndo para casa, dei banho de água quente e sabão de coco na pia do meu banheiro, enxuguei bem, lavei os olhinhos com água boricada e alimentei. Liguei para o veterinário que tinha na época, e ele disse que provavelmente não sobreviveriam. De tão pequenos, eles cabiam na palma da mão, e a saúde deles poderia já estar comprometida. Mas eu não costumo desistir fácil.

Cuidei deles da melhor forma que podia e em uma semana estavam todos fofinhos, espertos e alegres. Como filhotes devem ser. Dava gosto de ver. Eram dois machos e duas fêmeas.Uma delas, com a pelagem tigrada de amarelo, ficou para uma amiga da minha mãe. E se chama Princesa. A outra, toda tigrada em tons de cinza, ficou para meu namorado na época, que hoje é meu marido. O nome dela é Gwenivar e tem uma personalidade muito forte.Um dos machos, todo branco e com os olhos azuis, ficou para a filhinha de outra amiga da minha mãe. O nome dele é Amor. O quarto filhote, malhado de branco e amarelo, ficou para mim. Dei a ele o nome de Loirinho, porque meu pai já teve um gato, com a mesma pelagem, e esse nome. Esta é a história dele.

Eu já tinha uma filhinha, a Sofia, uma gata malhada em tons de amarelo, preto e marrom. Ela não deu muita confiança para o Loirinho, e sempre foi muito ciumenta, mas aos poucos se acostumou com ele. Meu filhote sempre foi muito esperto e brincalhão. Adorava correr pela casa e subir no muro, ficar dormindo no telhado aquecido pelo sol, escalar as árvores do jardim e tentar pegar os passarinhos desprevenidos. À noite, sempre dormia na cama comigo, todo enroscado .A Sofia dormia no travesseiro ao lado do meu. Quando casei e me mudei, a casa ficou com quatro gatos: a Sofia e o Loirinho, a Gwenhywar do Mauricio, meu marido, e o Thor da Luciana, minha cunhada.

No último dia 3 de junho, uma sexta-feira, tinha combinado de sair com o meu marido. Por volta das onze da noite, quando saí da redação do O Eco, liguei para ele avisando que estava chegando. Ele me pediu que subisse quando chegasse, ao invés de esperar por ele na entrada do prédio.

Achei estranho, mas fiz como me pediu. Quando entrei em casa, pela cara dele, percebi que tinha algo errado. Então ele me mostrou o Loirinho. Ele não conseguia andar com as pernas traseiras. Era como se estivessem mortas. Estava tentando se arrastar com as da frente. Fiquei apavorada. Nunca pensei que meus filhos pudessem ficar doentes.

Liguei para o veterinário deles, que a essa altura já era outro. Ele disse para levá-lo para o Inpa (Instituto Nacional de Proteção Animal), que fica aberto 24 horas e possui clínica para internação e cirurgia, se fosse preciso. Enrolei meu filhote em uma toalha e fomos correndo para lá. Eu já chorava muito e não queria acreditar que algo grave pudesse estar acontecendo. Achei que ele tivesse tido algum problema muscular, decorrente de uma brincadeira com os outros gatos. Só isso.

Quando chegamos à clínica, fomos atendidos imediatamente. Pelos sintomas visíveis — falta de movimento nas pernas traseiras e roxidão nos dedinhos destas pernas — o dr. César, veterinário de plantão, achou que o problema era na circulação. Foi feita logo uma radiografia, que mostrou um aumento muito grande no tamanho do coração. Com os outros exames, de sangue, ecocardiograma e eletrocardiograma, o diagnóstico foi feito. Meu filho teve uma tromboembolia e o coágulo formado tinha se alojado exatamente na bifurcação da artéria que leva o sangue para as pernas. Este trombo, ou coágulo, formou-se a partir do atrito do fluxo sangüíneo com a parede inchada do coração.

Meu filhote tinha um problema congênito, uma má formação no coração que, com os anos, o fez aumentar de tamanho. E ele teve sorte, porque o coágulo normalmente fica alojado no próprio coração ou vai para o cérebro. E é fatal. Segundo estatísticas norte-americanas, apenas 2% dos gatos sobrevivem após as primeiras 48 horas da formação do trombo. Nas estatísticas brasileiras, o percentual é de 1%. E mesmo se recuperando dessa, sempre haveria o risco de ele formar novos trombos e ter morte súbita. Ou seja, por melhor que tudo corresse, ele poderia um dia acordar, beber água e simplesmente morrer. Mas eu só queria que ele ficasse bom e pudesse voltar para casa comigo.

Fiquei na clínica até por volta das 4 da manhã, chorando muito e rezando para que ele ficasse bom. Meu marido estava lá comigo, assim como minha cunhada e o namorado dela, a quem avisamos. Quem tem filhos, vai entender como me senti quando vi o Loirinho na gaiolinha dele, no CTI, tomando o medicamento na veia. Ele tomou remédios para eliminar o coágulo e desobstruir a corrente sanguínea. Havia o risco de ele não voltar a andar e até de ter que amputar as pernas. Deram também um calmante, para que ele não ficasse muito agitado por estar em um lugar estranho. Ele parecia tão indefeso e assustado...

Tive que voltar para casa sem ele. Só podia ir visitá-lo durante uma hora, duas vezes ao dia. Foram dias terríveis. Ele estava zangado, por se sentir abandonado. Levamos a escovinha dele, a ração preferida e as toalhinhas onde ele dormia. E, graças a Deus, ele superou as primeiras 48 horas, e passou por mais 48 horas. A cor dos dedinhos já estava mais rosada e isso indicava uma melhoria no fluxo sangüíneo. Ele já começava a ficar mais sentado, apoiado nas pernas traseiras, mas ainda não conseguia andar. E já estava comendo e bebendo água, coisa que não fez nos primeiros dias. Na sexta-feira seguinte, Loirinho pôde ir para casa.

Depois de uma semana de incertezas, que alegria foi ter meu filhote em casa de novo! Mas os cuidados médicos continuaram. Ele tinha que tomar vários remédios em horas certas, fazer fisioterapia 3 vezes ao dia em casa e acupuntura uma vez por semana na clínica. Fiz um plano de saúde para ele, o que ajudou a cortar o custo dos exames e tratamentos pela metade. Só naquela primeira semana eu gastei por volta de 1.200 reais. Ele também passou a comer só ração especial para gatos com problemas renais (no Brasil não há ração específica para gatos cardíacos). Não podia ficar sozinho, para não correr o risco de se machucar, e tinha que ter cuidado nos movimentos. Nada podia ser brusco e nada de sustos. Eu, meu marido e minha cunhada alteramos nossos horários e nossa vida em função dele. Tudo pelo seu bem-estar. Aliás, agradeço aos meus chefes, que me deram liberdade de organizar meu horário para ficar com ele.

E a recuperação foi espantosa. Os médicos ficaram surpresos e acharam o caso dele único. Uma exceção à regra. Todos já o conheciam e paparicavam quando ele chegava na clínica para a acupuntura. Na última semana de junho, Loirinho começava a dar os primeiros passinhos. Nossa, ficamos tão contentes! Apesar de os médicos nos lembrarem que sempre haveria o risco da morte súbita, a melhora nos enchia de esperança e aqueles dias de angústia estavam ficando para trás. Mas, por mais que a gente deseje e se esforce, algumas coisas não estão nas nossas mãos.

Meu filhote morreu no dia 9 de julho. Foi num sábado de manhã. Eu estava sozinha, ele estava em cima das almofadadas dele ao lado da minha cama. Dei o remédio a ele e fui à cozinha pegar água. Quando voltei, ele estava deitado de lado no chão, se esforçando para respirar. Lembro que senti uma dor gelada no coração, se é que isso existe. Corri para ele e o coloquei na cama. Fiquei falando com ele ao mesmo tempo em que ligava para a clínica para pedir uma ambulância, mas não tinha nenhuma naquela hora que pudesse nos buscar. Coloquei a primeira roupa que vi e corri com ele para lá. No caminho, continuei falando com ele, pedindo que não morresse, que não me deixasse. Mas também não dependia dele. Quando cheguei lá, ele já tinha partido. Todos na clínica ficaram muito tristes. Avisei para o Maurício e para a Luciana. Eles vieram logo, assim como um casal de amigos, que nos deram muita força.

Foi um dos dias mais tristes da minha vida. Passei por cinco semanas super difíceis e, apesar de ele não ter sobrevivido ao segundo trombo, sou grata por este tempo extra e não me arrependo de nada. Sei que ainda vou passar por muitas perdas, mas meu filhote era especial e eu o amava muito. Ele foi enterrado lá na casa do Alto da Boa Vista, onde corria, brincava e ficava esparramado ao sol. Ainda hoje choro por ele e sinto uma saudade enorme, mas sei que ele está bem e que está cuidando de mim lá do céu dos gatos.

agosto 23, 2005 in Papo Furado | Permalink | Comments (0)

O mundo de acordo a mim!

Conheci um site muito legal hoje, que mapeia em um desenho do mundo os lugares para onde você já foi. Aqui está o mundo de acordo com Mauricio:

Gostou? Clique aqui para criar seu próprio mapa...

agosto 8, 2005 in Papo Furado | Permalink | Comments (1)

O descanso do guerreiro

Dsc00660 Escrevo hoje com muita tristeza, pois infelizmente meu filho, o Loirinho, cedeu a batalha que vinha travando a um mes e partiu para o Valhalla.

A cerca de 12:30 este bravo guerreiro, que resistiu ao que 95% dos seus irmãos felinos não vem a aguentar, ouviu o chamado das valquírias e foi de encontro a todos aqueles que sentem que é chegada a hora de descansar, e observar e cuidar por aqueles que ficam.

Ter gatos é pra mim um prazer imenso, são meus amigos, e todos, de sua forma, expressam o amor incondicional que é raro encontrar em um ser humano. O Loirinho sempre foi único em sua maneira de brincar, em puxar seus irmãos para correr pela casa, para pular nos móveis, e foi o primeiro gato a ter como namorada uma golfinho.

Ficamos nós aqui a pensar nestes belos momentos, a brincar com suas irmãs Gwen, Sofia e seu irmão inseparável Thor, e a saber que o amor sempre vale a pena. Ter bichos é conhecer o amor puro, sem condições, sem discussões ou acusações. É ter alguem que gosta de você porque simplesmente gosta. Os gatos são assim, deveriamos aprender com eles.

Te amo meu filho, você vai estar sempre no meu coração. Que as caçadas em Asgard sejam muito, mas muito felizes!

julho 9, 2005 in Papo Furado | Permalink | Comments (8)

Depois de um longo inverno...

Bom, depois de um bom tempo volto a jogar RPG. Meus colegas se reuniram lá em casa, terça passada, para fazer personagens de duas campanhas que planejamos jogar - Star Wars e inveitavelmente Dungeons & Dragons. Jogar RPG é uma coisa que faz parte do meu dia-a-dia, e ficar um tempo sem jogar foi bom para ver o quanto é legal encarnar um personagem e ir matar dragões, imperiais ou o que seja!

Estas novas campanhas prometem. O de SW será ambientado logo após o Ep.3, onde Palpatine está "botando pra quebrar", e isso gera muito pano pra manga. E a de D&D... bom, essa vai ser a pior. E pior literalmente dita, pois faremos personagens "maus". Sempre fui contra uma campanha com este teor, pois acho muito mais legal ser o mocinho que o vilão, mas vamos ver no que dá. Se não der certo, pelo menos tentamos, e rende novos ganchos para uma campanha "boa"!

E uma nota paralela: Abominável este ato terrorista em Londres, hoje. É exatamente por isso que nunca apreciei uma campanha maligna: Uma coisa é atacar a instituição e ser contra o sistema; outra é matar inocentes. Isto repudio e sou terminantemente contra.

Boa sorte aos ingleses!

julho 7, 2005 in Papo Furado | Permalink | Comments (3)

Torcendo pelo meu filhote

Loirinho_head A semana que passou foi dureza. Morte na família, sustos geriátricos e um dos meus quatro filhos indo passar uma temporada no CTI.

Pra quem não me conhece, sou amante dos animais, e tenho quatro filhos - Gwen, Sofia, Thor e Loirinho. Meus filhotes são todos gatos, felinos da melhor espécie pelo-curto brasileiro, e estão comigo a mais de cinco anos. Entretanto, sexta retrasada o Loirinho nos pregou um susto, sendo traído por seu coração e desenvolvendo uma cardiopatia chamado Tromboembolismo Aórtico.

Resumindo, um pequeno coágulo se alojou na veia que leva sangue para as patas traseiras, paralisando-as.

Uma semana no INPA e meu filho já está em casa, graças aos esforços do Dr. Cesar e toda a equipe da clínica. Fiquei sabendo que 5% sobrevivem as primeiras 48h. Hoje pela internet lí que o número é de 1%. Agora é bola pra frente, fazer fisioterapia nele tres vezes ao dia, dar todos os remédios e torcer (e acreditar!) que tudo volte a ficar direito.

Se fosse um jogo de RPG, a druida Laellin já teria curado nosso filho. Mas na vida real, temos que ter fé e fazer todo o possível para que este feroz e bravo gato fique bom, e possa voltar a fazer o que mais gosta: correr atrás do seu irmão Thor e namorar seu golfinho!

Te amo, filhote! Em breve vai tudo ficar bem!

junho 14, 2005 in Papo Furado | Permalink | Comments (6)

R2-Demon2

R2demon2 Nada como pegar carona na onda do Ep.III para se dar bem. Abaixo transcrevo o texto do link http://ooze.com/
toolofsatan/
.

É claro que não pode ser sério... ou pode?

And I beheld when he had opened the sixth seal, and, lo, there was a great earthquake; and the sun became black as sackcloth of hair, and the moon became as blood -Revelations 6:12

Billions of dollars has been made off the series of movies called The Star Wars that is beloved by millions. Many big fans of this space opera, do not know that the fantasy epic they enjoy is not a simple entertainment, but Satan's Battleground for their very souls!

In this “Final Episode” of the Star Wars, EVIL triumphs using the Force - a greater force they claim than God! This is a Dangerous LIE! This is no mindless entertainment, but an attempt by DEMONS to distract you from your real 75 year mission on planet Earth, to give yourself to Jesus! Do not trust a Yodah puppet from Satan’s dream factory, trust in the Word of the Bible!

Since
1999 we warned that the end times will be upon us with THE SEVENTH SEQUEL – and that time is now. Do you have a collection of the Star Wars figures and idols? Do you watch the Star Wars- religiously? No Force can help you, White side or Black. Armies fight Babylon, the towers exploded - the battle of Armageddon is soon, but you must decide! Turn your back on fantasy movies and give yourself to the only real faith – the truth of JESUS.

Christians REJOICE! Jesus will lead us in a real star war - between the armies of Heaven and Satan. Believers will “beam” up to the Starship in the sky, and Captain Jesus shall lead a thousand year Federation of Planets before Judgment Day. We are destined to WIN!

And there were voices, and thunders, and lightnings; and there was a great earthquake, such as was not since men were upon the earth, so mighty an earthquake, and so great. -Revelations 16:18

When you stand before Jesus’ throne what will you say you believe in —the power of the Lord, or the power of the Force? Science fiction fans repent. Your very eternal SOUL depends on your answer.

maio 25, 2005 in Papo Furado | Permalink | Comments (0)

Vem comigo!

Viagem Cada artista ou até mesmo pessoa comum tem a sua Musa. Desde que me entendo por gente tento fazer que meu dia-a-dia tenha uma trilha sonora, e na última década uma das coisas que sempre pode ser achada comigo é um walkman (hoje em dia meu companheiro predileto é meu mp3 player da Creative, MuVo. Seus 4Gb já são pequenos e penso em evoluir para um iPod, mas essa é outra história). Sendo assim nada natural que durante minhas viagens diárias me perca dentro das notas e acordes do que estou ouvindo, sendo transportado para aquele lugar distante da minha imaginação.

A prosa de hoje é para apresentar justamente aqueles que me levam para estes lugares mágicos, fora da realidade nua e crua que vivemos neste Brasil do século 21. Sempre busquei na música uma fuga, seja para imaginar uma história, seja para passar o tempo, mas prestar atenção nas letras e imaginar-me na história sendo cantada é um passatempo muito confortante. Pra mim este é a verdadeira Viagem.

Por incrível que pareça, quando fiz minha lista dos 10 Mais, as 10 bandas que mais gosto, apareceu somente uma banda Brasileira. Isto não é um reflexo da qualidade de nossos músicos nativos, mas sim de preferência pessoal. Espero que a lista abaixo apresente novidades para você, e em um futuro não-distânte pretendo escrever sobre cada um desses caras. Com todos os recursos na web para colecionar e ouvir músicas fica fácil conhecer um pouco do trabalho do pessoal ai de baixo. E gostando, nada aqui é impossível de comprar em uma boa loja de CDs ou pela própria internet.

Ai vai. A ordem pode mudar dependendo do dia, mas o contexto sempre sera este!

1)    Iron Maiden

2)      Hammerfall

3)      Dead Kennedys

4)     Helloween

5)      Legião Urbana

6)      Manowar

7)      Queen

8)      The Smiths

9)      Judas Priest

10)  Nightwish

abril 17, 2005 in Papo Furado | Permalink | Comments (0)

E ai... como fica?

Hourglass O que que eu vou fazer da minha vida? Com a quantidade de coisas novas surgindo neste 2005, vou pedir pra Chronos aumentar a duração do dia de 24 para umas 50 horas... Deste jeito tá ficando difícil!

Por exemplo: Aos sábados jogo religiosamente meu wargame predileto, Warhammer (em qualquer de suas variantes, futurista ou medieval). Aos domingos vejo os seriados que perdi durante a semana e ainda tento fazer coisas normais como ir na casa da sogra e ao cinema (pra ver filme de ficção científica, terror ou aventura, é claro).

Mas isso é no fim-de-semana...e durante a semana?

Depois de meu alter-ego gerente de projetos para internet deixar o trabalho, chego em casa e assumo rapidamente minha identidade verdadeira: nerd viciado em comix e games, e cada vez mais vidiota. Já não sei o que fazer, pois da hora que chego a hora de ir dormir tenho quanto tempo? 4 ou 5 horas...Muito pouco! Vejam tudo que tenho para fazer e como o que resta do meu dia fica apertado:

E ai, como fica?

abril 8, 2005 in Papo Furado | Permalink | Comments (2)